
Como já vimos, a primeira vez em que a
doutrina da imortalidade da alma entrou no mundo foi através da serpente, no
Jardim do Éden, proferindo o que seria hoje a base da doutrina imortalista: “...certamente não morrerás” (cf. Gn.3:4). Essa
mentira foi a primeira que Satanás implantou no mundo, por inúmeros motivos,
como vimos:
(1) Impugnar o caráter
imutável do amor [e justiça] de Deus;
(2) Ser a base das
demais mentiras que resultam em adoração e culto às criaturas mortas,
espiritismo, paganismo, consulta aos mortos, intercessão dos santos,
purgatório, reencarnação, etc;
(3) Tirar do evangelho
o Cristocentrismo primitivo;
(4) Se a pessoa não
morre, ela não tem a necessidade de um arrependimento sincero e genuíno
(através de um processo de santificação), para ser separada do mundo e
tornar-se propriedade exclusiva do Senhor, pois bastaria apenas ser “mais ou
menos boa” e depois da morte “as rezas resolvem tudo”;
(5) Faz com que o foco
das pessoas seja de escapar de um inferno horrivelmente atormentador ao invés
do foco ser em Cristo Jesus e na graça divina;
(6) Desvaloriza o
conceito de “vida eterna”, uma vez que todas as pessoas teriam uma vida eterna
de qualquer jeito (no Céu ou no inferno), e a vida eterna não seria um dom e
não seria somente em Cristo, mas existiria também uma vida eterna com o diabo;
(7) Despreza o
verdadeiro valor da ressurreição dos mortos para a vida ou para a condenação,
uma vez que os mortos já estariam no Céu ou no inferno, sendo, portanto,
totalmente desnecessário e inútil tal ressurreição dos mortos;
(8) O objetivo e
finalidade da “conversão” de um cristão seria de escapar de um inferno eterno e
não Jesus;
(9) Cria cristãos
edificados sobre o medo e sobre uma consciência errada com relação a Deus, ao
invés de estarem edificados sobre o amor e sobre a graça do Pai; e, finalmente:
(10) Tira a honra
completa para Cristo como "a ressurreição e a vida”, com o objetivo de
esvaziar as fileiras da Igreja a fim de trazê-las para religiões falsas
edificadas sobre a crença na alma imortal para continuarem subsistindo.
Satanás é considerado pela Bíblia o “pai da mentira” (cf. Jo.8:44), que, ao ser
expulso do Céu, procurou de todas as maneiras atacar a criação do Deus, o homem,
uma vez que ele não tinha força suficiente para confrontar diretamente a Deus.
O resultado disso foi a implantação de diversas mentiras, quase todas elas
construídas sobre a crença de que “certamente não morrerás”, e a partir daí o
ensino em um estado intermediário consciente dos mortos e em um tormento eterno
se tornaram realidade para boa parte dos antediluvianos e foi retomado pelas
pessoas no tempo de Ninrod.
O criador da imortalidade natural da alma é
Satanás (cf. Gn.3:4), mas, depois, ele se utilizou de recursos humanos para
difundir tal doutrina pelo mundo afora, na “confusão das línguas” na Torre de
Babel, se disseminando pelo mundo (sendo maior o número de pessoas a crer na
alma imortal do que as que criam na mortalidade natural da alma).
Uma vez que tal ideia foi criada pelo diabo,
ficou muito fácil torná-la plenamente difundida entre as religiões pagãs que
não tinham comprometimento com o Deus de Israel. Afinal, são os próprios
espíritos malignos que regem e perpetuam estes enganos, e com facilidade vemos
que a grande maioria das religiões pagãs da antiguidade passaram a seguir
também a mentira propagada pela boca da serpente no Éden.
Os hebreus, contudo, tinham o Deus vivo, e
por isso acreditavam em uma natureza humana holista, e não dualista do ser
humano. Eles estavam protegidos pelo Deus de Israel de doutrinas falsas que
pudessem enganar até os homens justos. Os povos pagãos, contudo, não tinham o
Deus de Israel, estando completamente expostos às doutrinas dos demônios, os
verdadeiros agentes por detrás dos “ídolos” (cf. 1Co.10:20). O resultado disso
foi que sem a menor dificuldade praticamente todas elas adotaram a mesma
mentira proferida à Eva no Jardim e passaram a crer na doutrina da imortalidade
da alma, em suas mais diferentes formas.
Com o passar do tempo, a crença na
sobrevivência da alma passou a se tornar realidade até mesmo entre os judeus, o
povo do Deus vivo. Segundo a própria Enciclopédia
Judaica, a imortalidade da alma não é ensinada nas Escrituras e os judeus
só passaram a crer nela através de Platão, seu principal expoente, em um
verdadeiro sincretismo religioso com o helenismo predominante naquela época e
naquela região, por ocasião da diáspora judaica:
"A crença de que a alma
continua existindo após a decomposição do corpo é uma especulação... que não é
ensinada expressamente na Sagrada Escritura... A crença na imortalidade da alma
chegou aos judeus quando eles tiveram contato com o pensamento grego e
principalmente através da filosofia de Platão (427 - 347 a.C.), seu principal
expoente, que chegou a esse entendimento por meio dos mistérios órficos e
eleusianos, que na Babilônia e no Egito se encontravam estranhamente
misturados"[1]
A Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional
também revela que os israelitas não criam na imortalidade da alma antes de
serem tardiamente influenciados por Platão:
"Quase sempre somos mais
ou menos influenciados pela ideia grega platônica, que diz que o corpo morre,
mas a alma é imortal. Tal ideia é totalmente contrária à consciência israelita
e não é encontrada em nenhum lugar do Antigo Testamento"[2]
Claro que Deus só deixou que tal fato se
concretizasse depois do Antigo Testamento ter sido concluído, pois Ele cuida de
não haver doutrinas falsas em Sua Palavra. O fato da doutrina na alma imortal
ter sido propagada entre os judeus através do sincretismo com a filosofia
platônica, também atestado pela própria Enciclopédia Judaica, explica o porquê
dos livros apócrifos contidos nas Bíblias dos católicos estarem repletos de
informações claras sobre a “imortalidade da alma” e sobre a existência do
estado intermediário, e até mesmo do “purgatório” e de oração pelos mortos,
pois foram escritos depois de ter se
consumado tal contato com o paganismo.
É evidente que tal pensamento para os
hebreus só se tornou realidade a eles a partir do sincretismo religioso com as
religiões pagãs, por ocasião da diáspora judaica, quando o povo hebreu esteve
exposto às doutrinas helenísticas de grande influência, incluindo a forte
concepção grega de imortalidade da alma impregnada por Platão na Grécia Antiga.
Os judeus ali sofreram grande influência da
filosofia grega, e houve até um destacado intelectual judeu, Filo, que se
empenhou grandemente por difundir as doutrinas gregas, que muito os
empolgavam, e fundi-las com o judaísmo
já existente. Historicamente, foi este filósofo judeu que tentou empreender
esta síntese (união) das concepções gregas e hebraicas, resultando, inclusive,
na adoção do dualismo grego entre corpo e alma.
Quando os judeus estiveram expostos a tais
pensamentos, passaram então a escrever e a acreditar em tais superstições,
contrariando o pensamento holístico bíblico de séculos anteriores (cf. Gn.2:7; Sl.13:3; Ec.9:5,6; Ec.9:10; Sl.146:4; Sl.6:5;
Sl.115:17; Sl. 13:3; Jó 14:11,12; Sl.30:9; Is.38:18; Is.28:19; Sl.94:17). Na
própria narração da criação humana é narrado o simplismo bíblico no homem tornar-se uma alma (cf. Gn.2:7), algo
muito diferente dos contos pagãos em que os seres humanos recebiam (ou “obtinham”)
uma alma eterna/imortal que lhes era infundida.
Na Bíblia Sagrada, “espírito”
significa somente “vida”, e não uma outra pessoa consciente dentro do ser
humano (cf. Gn.6:17;
Gn.7:21,22; Ec.3:19,20; Gn.7:15; Sl.104:29), algo muito diferente do que criam
as religiões pagãs e politeístas da época. Na diáspora judaica, influenciados
pelo sincretismo pagão, o povo judeu passou a claramente declarar a posição de
imortalidade da alma (cf. Sabedoria 3:1-4; 5:1-4; 2:23; 3:2,4; 8:19,20; 9:15).
O livro de “Sabedoria”, por exemplo, cita
passagens de livros bíblicos escritos séculos depois da morte de Salomão
(em 998 a.C) e faz isso da Septuaginta
grega, que começou a ser traduzida por volta de 280 a.C. Por isso, o livro
“Sabedoria de Salomão”, na verdade, não tem nada a ver com Salomão, que
claramente negava a vida após a morte (cf. Ec.3:19,20; Ec.9:5; Ec.9:6;
Ec.9:10), isso evidentemente séculos antes da diáspora judaica. Atualmente
acredita-se que o escritor tenha sido um judeu de Alexandria, no Egito, por
volta de meados do primeiro século antes de Cristo.
O escritor deste livro faz uso fortemente da filosofia grega, mostrando grande particular familiaridade com ela. Ele usa terminologia platônica na divulgação da doutrina da imortalidade da alma (cf. Sabedoria 3:1,4; 5:1-4; 2:23; 3:2,4; 8:19,20; 9:15). Outros conceitos pagãos apresentados são a pré-existência das almas humanas e o conceito de que o corpo é um impedimento ou estorvo para a alma (cf. 8:19, 20; 9:15). É óbvio que tais ensinamentos não existem em parte nenhuma da Bíblia canônica e muito menos antes da diáspora, pois tais ensinamentos estão clarissimamente relacionados ao sincretismo com o dualismo platônico.
ANTES DA DIÁSPORA
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DEPOIS DA DIÁSPORA
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“Porque os vivos sabem que hão de morrer,
mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa,
porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já
pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz
debaixo do sol [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer faze-o conforme as
tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos,
nem conhecimento, nem sabedoria alguma”
(cf. Eclesiastes 9:5, 6 e 10)
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“As almas dos justos estão nas mãos de Deus, e nenhum tormento jamais
os tocará [...] pois na verdade eles estão em paz, e a esperança deles é
plena imortalidade” (cf. Sabedoria 3:1-4)
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Antes daquele momento, nada de imortalidade
da alma; depois daquele momento, inúmeras menções explícitas dela. No livro
anteriormente citado, lemos algumas destas “descrições”: "As almas dos justos estão na mão de Deus, e não os
tocará o tormento da morte. Pareceu aos olhos dos insensatos que morriam; e a
sua saída deste mundo foi considerada como uma aflição, e a sua separação de
nós como um extermínio; mas eles estão em paz (no céu). E, se eles sofreram
tormentos diante dos homens, a sua esperança está cheia de imortalidade”
(cf. Sabedoria 3:1-4)
Fica mais do que claro que tais menções
explícitas de imortalidade da alma nos livros não-canônicos (ou “apócrifos”)
foram feitas não pela inspiração divina, mas sim pelo sincretismo com o
paganismo grego, “coincidentemente” no exato momento da diáspora judaica. Se a
imortalidade da alma fosse a doutrina do Antigo Testamento antes da influência
de ensinamentos gregos de dualismo entre corpo e alma, então o que deveríamos
esperar seria justamente inúmeras e constantes menções plenamente definidas de
imortalidade da alma neles (assim como vemos constantemente ensinamentos
dualistas depois da diáspora).
Tal fato, contudo, está muito longe de ser
realidade. O próprio fato de os hebreus começarem a escrever sobre a
imortalidade da alma a partir da diáspora corrobora com a História que nos
mostra que houve tal sincretismo pagão por esta época. O Dr. Samuelle
Bacchiocchi acrescenta:
“Durante esse período
inter-testamentário, o povo judeu esteve exposto, tanto em seu lar, na
Palestina, quanto na diáspora (dispersão), à cultura e filosofias helenísticas
(gregas) de grande influência. O impacto do helenismo sobre o judaísmo é
evidente em muitas áreas, inclusive na adoção do dualismo grego por algumas
obras literárias judaicas produzidas nessa época”[3]
Vemos, portanto, que como o resultado deste
impacto foi o que resultou na difusão da doutrina da imortalidade da alma entre
os judeus, que entrou no judaísmo não por
uma ordenança divina, mas decorrente do puro sincretismo religioso com as religiões
pagãs. Mas havia ainda uma linha
de pensamento que corria no mundo judaico em paralelo com a visão dualista
helenista. Esta outra linha de pensamento diz respeito ao judaísmo palestino que se manteve fiel aos escritos bíblicos
veterotestamentários.
Um dos livros que nos mostra isso é o
apócrifo de 2ª Baruque, que, em linguagem bem semelhante aos ensinos canônicos
neotestamentários provenientes da
palestina, afirma que os mortos “dormem no pó
da terra” e na segunda vinda do Messias “todos
os que adormeceram na esperança dEle ressuscitarão; todos os justos serão
reunidos num instante e os ímpios lamentarão, pois o tempo de seu tormento é
chegado” (cf. 2ª Baruque cap.30).
A linha de pensamento é fortemente
semelhante ao pensamento do Novo Testamento e expressa com exatidão a figura
bíblica adequada para a morte: o sono (cf. Jo.11:11); o local onde estão os
mortos: o pó da terra (cf. Dn.12:2); a esperança do verdadeiro cristão: a
ressurreição (cf. Hb.11:35); o momento em que os justos serão todos ajuntados
juntamente: na segunda vinda de Cristo (cf. 1Ts.4:15); e quando é que os ímpios
finalmente serão atormentados: somente na ressurreição que lhes é chegado o
momento da sua punição (cf. 2Pe.2:9).
Esta linha de pensamento ainda corrente no
primeiro século (2ª Baruque foi escrito em fins do primeiro século d.C ou
início do segundo) ainda corria entre o judaísmo palestino. Uma linha que
mantém a esperança focada na ressurreição (cf. At.24:15), que prega que só Deus
é possuidor natural de imortalidade (cf. 1Tm.6:16), e que o homem tem que buscá-la
porque não a possui naturalmente (cf. Rm.2:7). Essa é a linha de pensamento
neotestamentária utilizada pelos apóstolos.
Foi somente a partir de meados do segundo século que os filósofos primitivos cristãos adotaram o conceito grego de imortalidade da alma, algo presumível uma vez que tal conceito era fortemente difundido nas comunidades não-cristãs. Muitas doutrinas foram corrompidas ao longo dos séculos, incluindo a concepção do dualismo grego dominante na época.
Por este tempo a ideia da existência de uma
alma imortal tomou conta do Cristianismo, permanecendo até os dias de hoje, na
maioria das igrejas cristãs. Tendo como única fonte de fé as Sagradas
Escrituras disponíveis em sua época, e que negavam em absoluto qualquer tipo de
vida pré-ressurreição (cf. Gn.2:7; Sl.13:3; Ec.9:5,6;
Ec.9:10; Sl.146:4; Sl.6:5; Sl.115:17; Sl. 13:3; Jó 14:11,12; Sl.30:9; Is.38:18;
Is.28:19; Sl.94:17), os apóstolos a seguiam em não tomar parte com tal doutrina
que, até esta época, estava das portas para fora da Igreja.
O próprio fato da vida ser
apenas a partir da ressurreição fazia com que o foco da Igreja primitiva fosse completamente
voltado ao glorioso dia da ressurreição dos mortos, assunto este que era a base
de todo o Novo Testamento, sendo mencionadas algumas centenas de vezes (ex: Atos 16:6-8;
Hebreus 11:35; Atos 4:2; 17:18; Atos 23:6; 24:15, que mostram que a esperança
dos cristãos era na ressurreição).
Por que quase não ouvimos falar na doutrina
da ressurreição entre as igrejas cristãs dos dias de hoje? Porque elas passaram a adotar a imortalidade da alma. O helenismo
trouxe aos hebreus uma mescla das doutrinas gregas de imortalidade da alma com
as suas próprias convicções a respeito a ressurreição dos mortos. O resultado
desta mescla foi que eles não deixaram de conceber a doutrina da ressurreição,
mas incluíram junto a ela uma nova ideia que com o passar dos tempos foi
deixando a realidade da ressurreição cada vez mais insignificante: a
imortalidade da alma.
Na época de Cristo, imortalidade da alma e
ressurreição dos mortos eram dois opostos. Os gregos acreditavam na doutrina da
imortalidade (e os cristãos dos dias de hoje misturam os dois). Naquela época,
contudo, uma vez que a esperança cristã era a da ressurreição, se você quisesse
pregar que os mortos já tinham ido para a glória teria que pregar deste jeito:
“Os quais se desviaram da
verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns” (cf. 2Tm.2:18). O
próprio apóstolo Paulo teve sérios problemas em Atenas por causa da crença
deles na imortalidade da alma, como é dito em Atos 17:32. A verdade é que Paulo
pregava a ressurreição, e, os gregos, a imortalidade incondicional da alma. O
resultado disso foi a rejeição por parte deles aos ensinamentos de Paulo.
A esperança bíblica primitiva era sempre
voltada à ressurreição, e não à imortalidade da alma. A crença na alma imortal
não apenas desqualifica e tira a importância da ressurreição, como também a
anula como sem sentido, uma vez que todos iríamos continuar no Céu ou no
inferno do mesmo jeito sem ela.
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)
Extraído de meu livro: “A Lenda da Imortalidade da Alma”
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[1] Enciclopédia Judaica, 1941, vol. 6, "A Imortalidade da Alma", pp. 564, 566.
[2] Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional, 1960, vol. 2, "Morte", p. 812.
[3] BACCHIOCCHI, Samuele. Imortalidade ou Ressurreição:
Uma abordagem bíblica sobre a natureza e o destino eterno. Unaspress, 1ª edição, 2007.
Você também não deve saber que diábo não existe no Judaísmo.
ResponderExcluirLeia os livros de Jó, de Zacarias e de Crônicas:
ResponderExcluir"Então o Senhor disse a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao Senhor, e disse: De rodear a terra, e passear por ela" (Jó 1:7)
"Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel" (1 Crônicas 21:1)
"Mas o Senhor disse a Satanás: O Senhor te repreenda, ó Satanás, sim, o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreenda; não é este um tição tirado do fogo?" (Zacarias 3:2)
A tradução de Satanás , não confere com os escrito hebraicos, existe um equivoco na tradução, HASATAN = O OPOSITOR, um adjetivo e não um nome proprio.
ResponderExcluirExiste uma religião que não acredita na imortalidade da alma,são as Testemunhas de Jeová.Eu gostaria de saber a crença dos Muçulmanos a este respeito.Particularmente,eu não acredito na imortalidade da alma.E também não acredito que pessoas serão jogadas num inferno de fogo eterno,para pagar os seus pecados.Eu acredito num Deus justo e inteligente.
ResponderExcluirOs muçulmanos também creem em imortalidade da alma. Os adventistas também não.
ResponderExcluirAbs.
Nós Adventistas do Sétimo Dia também não acreditamos na imortalidade da alma e nem muito menos em um inferno de tormento eterno.
ResponderExcluirShalon amado irmão Lucas.
ResponderExcluirMuito bom post, e perfeita interpretação. Continue assim, Nosso Pai, O Eterno e Soberano, aquele o qual é o Único Ser Imortal, precisa de mais filhos sinceros e estudiosos que falem a verdade e anulem essa deturpação da alma relacionada de maneira errada através das tradições pagãs.
Fique em paz e que o D'us Verdadeiro vos abençoe.
Le'heetra'ot.
Amém, Deus lhe abençoe igualmente!
ExcluirOla Lucas Banzoli, paz seja contigo!
ResponderExcluirTenho lido seu livro (A Lenda da Imortalidade da Alma) e as informações fazem muito sentido, apesar de que, quando se refere aos chamados pais da igreja, nos primeiros séculos D.C, não fazem sentido.
Entretanto estudando os conteúdos históricos e teológicos venho vendo cada vez mais que a doutrina da imortalidade da alma é uma heresia, uma farsa platônica e colhida pela I.C.A.R e pelas igrejas filhas que são as igrejas que vieram pós reforma, a atual igreja protestante evangélica.
Infelizmente, houve muitas traduções errôneas nas escrituras, e interpretações equivocadas e de certa forma propositais por alguns para prender seus fiéis pela ignorância e pelo medo.
Que o Eterno lhe capacite cada vez mais nos conhecimentos e que possas compartilhá-lo conosco.
Saudações! Abraço.